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Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná

Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná


Nome: José Gil de Almeida

Profissão: Jornalista

Idade: 57 anos

Nascido em Goioerê em 1956, JOSÉ GIL DE ALMEIDA começou sua militância política em Maringá quando começou a trabalhar no Banco do Estado de Paraná, o Banestado, como contínuo. Era da oposição bancária com Luiz Gushiken, ao mesmo tempo em que participava do cineclubismo com estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) que exibiam filmes em escolas sobre guerrilhas e outros títulos que não eram permitidos na época.

“A partir de 1964, houve muita repressão em Maringá. Eu era do movimento sindical e estudantil, mas também agitava em atividades culturais. Cheguei a ser preso pichando ‘abaixo à ditadura’, participei de protestos, passeatas e greves”, conta. No final dos anos 60, “o grande sonho dos estudantes secundaristas era ir para a Guerrilha do Araguaia”, relembra.

Com o envolvimento na Organização Socialista Internacionalista (OSI) e com a Liberdade e Luta (Lubelu), José Gil empreende fuga para São Paulo de taxi. “Lá acompanho a luta radical dos vigilantes, que erguem armas e afastam a polícia, e adquiro experiência para a resistência”. Demitido do Banestado em 1967, derrotado na eleição para a presidência do sindicato dos bancários, ameaçado de morte pelos adversários durante a campanha do sindicato, a vida não estava fácil.

Em 1974, José Gil decide vir para Curitiba trabalhar na Assembleia Legislativa com a tia, a deputada estadual Amélia de Almeida Hruschka, eleita pelo PMDB. Na capital, organiza um cineclube e entra em contato com o movimento anarquista, da linha kadafista de apoio à Líbia. “Kadafi era um idealista”, afirma José Gil, que foi 19 vezes para o país do Norte da África, inclusive para fazer curso de guerrilha. Lá conheceu Evo Morales, que chegaria à presidência da Bolívia.

Responsável pelo Jornal Água Verde e o Jornal Mercosul, este com informações sobre política internacional, José Gil mantém até hoje uma adoração pela Líbia e sua cultura, tendo escrito seis livros sobre o assunto. 

 

 

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