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Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná

Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná


Nome: Reinoldo da Silva Atem

Profissão: Publicitário

Idade: 63 anos

O piauiense REINOLDO DA SILVA ATEM queria ser escritor e poeta e estava treinando para isso quando a efervescência do ano de 1968 o pegou de jeito. “Tudo convidava para o movimento social, em todos os níveis e ambientes, e a juventude apoiava a esquerda na luta por bandeiras estudantis e da sociedade”, reflete.

Apresentado à jornalista Teresa Urban, da POLOP, quando ainda era estudante secundarista, chegou a ser preso junto com os universitários que estavam na Chácara do Alemão preparando o minicongresso da UNE, em final de dezembro de 1968. Porém, Reinoldo só depois do AI-5 começou a participar efetivamente do movimento estudantil e da resistência à ditadura, via POLOP, junto com a ex-esposa Sueli Muniz, a própria Teresa e Antonio Urban.

“Na POLOP queríamos realizar atividades junto à classe operária. Em 1970, por conta das prisões em Curitiba, fujo para São Paulo e vou para o ABC participar confeccionando e distribuindo jornais”, recorda. Permaneceu na clandestinidade, onde teve vários nomes como ‘Alceu’ e ‘Clóvis’, por aproximadamente três anos, até ser preso pela equipe do delegado Sérgio Paranhos Fleury. “Ficamos um mês e meio nas mãos dos torturadores e sai vitorioso porque eu não dedei ninguém”, conta.

Para Reinoldo, a decisão de combater a ditadura pela luta armada era ‘suicídio’. “Achávamos um absurdo arregimentar estudantes para morrer no Araguaia. Foi um grande equívoco da esquerda”. Ainda hoje pensa assim.  

 

 

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