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Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná

Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná


Nome: Sérgio Faria

Profissão: Professor

Idade: 64 anos

SÉRGIO ANTONIO BARRETO DE FARIA, filho de nacionalista crítico da ditadura varguista, iniciou sua participação política como secretário do grêmio estudantil do Colégio Militar do Paraná. Esses primeiros passos lhe oportunizaram perceber o peso do golpe que tinha ocorrido no país, quando a peça teatral na qual se envolveu “Os esquizofrênicos” foi censurada.

A partir de 1966, sua militância foi se ampliado para outras frentes, integrando a Juventude Estudantil Católica e a Ação Popular (AP), o que repercutiu em sua expulsão juntamente com seus irmãos do Colégio Militar, em 1968.

Seguindo as diretrizes construídas coletivamente com seu núcleo da AP, com o qual romperia por divergências ideológicas tempos mais tarde, foi aprovado no vestibular de direito da UFPR, em 1970. No ano seguinte, intimado pelas autoridades, apresentou-se na Delegacia de Ordem Política e Social, sendo detido e mantido incomunicável e em condições desumanas por quase dois meses, na DOPS, na polícia do exército e na delegacia da polícia civil, no bairro de Santa Quitéria.

Terminados esses longos dias de tormento, retomou o curso de Direito, simultaneamente à faculdade de Matemática. De meados da década de 1970 em diante, foi se envolvendo gradativamente com a atuação sindical docente, participando ativamente de diretorias, da organização das greves de professores de 1978 e de 1981 no Paraná e de congressos nacionais.

Sérgio é o segundo mais velho dos quatro irmãos da família Faria que bradaram e cerraram punhos contra a Ditadura e por um país igualitário, pagando com a prisão e tortura por essa valentia. Mesmo assim, não se calou. Interpelado sobre o legado de quase cinquenta anos de militância, Sérgio respondeu que “dever não é algo que se escolhe, mas se cumpre”. 

 

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