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O resgate da memória é fundamental para que não se repitam as prisões políticas, os campos de tortura e o enfraquecimento da nossa Democracia

O resgate da memória é fundamental para que não se repitam as prisões políticas, os campos de tortura e o enfraquecimento da nossa Democracia


Nome: Hasiel Pereira

Profissão: Assessor Parlamentar

Idade: 65 anos

Aos 16 anos, HASIEL PEREIRA desperta para a luta política. Em 1967, começa sua militância estudantil em Salvador e no início de 69, sob o efeito do Ato Institucional Número editado em 13 de Dezembro de 68, parte para São Paulo. Já filiado à Ação Popular (AP), Hasiel estuda e trabalha numa fábrica, mantendo uma vida legal como operário e o codinome ‘Amilton’ para a organização.

Em 21 de novembro de 1971 é preso no Largo do Paissandu pela equipe do Delegado Sérgio Paranhos Fleury junto com a companheira Clair da Flora Martins. Foram 30 dias de torturas físicas como pau de arara, choques elétricos, corredor polonês, em sessões que chegavam a durar mais de seis horas, verdadeiro campo de tortura.

Como consequência da violência teve o cotovelo deslocado e todas as obturações caíram por causa do choque, o que lhe causou dores tão terríveis quanto àquelas ocasionadas pelas torturas praticadas pelos agentes do Estado. Permanece um ano encarcerado no Presídio Tiradentes, em 71, sendo preso novamente um mês depois.

O depoimento de Hasiel Pereira reforça a tese de que as sequelas permanecem nas gerações pós-ditadura, mas que a solidariedade, o companheirismo continuam vivos e mantêm acesa a chama da luta pela liberdade. 

 

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