A PHP Error was encountered

Severity: Notice

Message: Only variable references should be returned by reference

Filename: core/Common.php

Line Number: 257

A PHP Error was encountered

Severity: Warning

Message: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home/kelle/dhpaz.org/system/core/Exceptions.php:185)

Filename: libraries/Session.php

Line Number: 675

A PHP Error was encountered

Severity: Warning

Message: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home/kelle/dhpaz.org/system/core/Exceptions.php:185)

Filename: libraries/Session.php

Line Number: 675

Havia um temor familiar muito grande em relação à possibilidade ter sua vida vasculhada, invadida, vigiada.

Havia um temor familiar muito grande em relação à possibilidade ter sua vida vasculhada, invadida, vigiada.


Nome: Alexandre Zamboni

Profissão: Engenheiro Agrônomo

Idade: 52 anos

ALEXANDRE ZAMBONI é filho de Moacir Zamboni, militante do PCB preso nos primeiros momentos do golpe de 64 em Londrina, onde nasceu no ano de 1961. Embora ainda muito criança nos anos 1960, suas memórias infantis sublinham com perspicácia a repressão do período: “Era um período muito complicado. Agente não tem muita memória desses dias porque éramos crianças. Mas, agente percebia que tinha alguma coisa.

Alexandre começou sua atuação política muito jovem, antes mesmo de entrar na universidade. Envolveu-se ativamente com a política no final da década de 1970 em diante. A família se muda para Curitiba em 1968, mas Alexandre volta para Londrina dez anos depois, cursando o primeiro ano de agronomia na UEL e tendo os primeiros contatos com o Movimento Estudantil.

Então, faz vestibular em 1979 para a UFPR e volta a Curitiba. Na capital, antes mesmo de ter passado um ano em Londrina, já havia se aproximado do CEDEAMA – Comitê de Defesa da Amazônia e do Meio Ambiente – e do Comitê pela Anistia e atuado no movimento secundarista do Colégio Estadual do Paraná, onde havia estudado. Na UFPR, sua atuação política estudantil se intensificou com panfletagens, pichações e manifestações, sendo preso várias vezes.

Nesse período, Alexandre já estava filiado ao Partido Comunista do Brasil, que guiava sua militância. Inclusive, suas lembranças reconstroem o processo de armazenamento e distribuição clandestina do jornal partidário, o que lhe rendeu uma prisão e algumas pancadas, quando do caso da bomba no Riocentro. Até hoje segue filiado ao PCdoB, inclusive, recentemente foi candidato a vice-prefeitura. Por essas veredas, suas memórias joviais de um tempo de luta aguerrida pregresso seguem reconstruindo com clareza e brilho esse período final de combate à Ditadura.

 

 

Voltar para depoimentos

Visite-nos:

Rua Voluntários da Pátria, 475, Ed. Asa

Escritório: conjunto 1209, 12º andar

Mini auditório: conjunto 608, 6º andar

Centro - Curitiba/Pr - 80020-000

Fone: ++ 41 3079-1759