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Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná

Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná


Nome: Werner Fuchs

Profissão: Pastor

Idade: 64 anos

Gaúcho de nascimento, o pastor WERNER FUCHS participou ainda nos anos 1950 do movimento estudantil e do movimento das igrejas luteranas, no Rio Grande do Sul. Após um tempo passado na Índia, mudou-se para o Paraná em meados dos anos 1970, assentando-se no oeste do estado onde passou a atender comunidades de pessoas atingidas por barragens. Foi uma atuação ecumênica junto à Comissão Pastoral da Terra (CPT) para “salvar população angustiada”. Sua própria paróquia foi ameaçada de inundação e Fuchs se tornaria uma importante liderança nessas questões, inclusive assumindo o escritório da CPT de Curitiba.

 Suas memórias percorrem, detalhadamente, os primórdios do movimento de pessoas atingidas por barragens, que se desdobraria em organizações (Movimento Justiça e Terra e Movimento dos Agricultores Sem Terra do Oeste – MASTRO) e mais tarde no Movimento dos Sem-Terra (MST).

 A primeira grande concentração teria sido organizada em outubro de 1978, reunindo mais de mil pessoas. Daí em diante seria travada uma difícil negociação com a Itaipu, a fim de conseguir uma indenização justa pelas desapropriações. Seriam bloqueados escritórios da empresa, feitos acampamentos e marchas até Foz do Iguaçu para pressionar a binacional, até que começassem as ocupações de terra e romarias.

 Devido a essa atuação, que também contemplou as populações indígenas atingidas por barragens, Fuchs foi um dos últimos a ser processado e responder a um IPM na auditoria da 5ª RM de Curitiba, já após a ditadura, em 1987, tendo sido condenado. Seu processo levou à criação de um comitê de solidariedade. Um depoimento relevantíssimo, sobretudo pela narrativa da situação no oeste paranaense e das arbitrariedades lá cometidas.

 

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