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Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná

Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná


Nome: Pedro Agostineti Preto

Profissão: Advogado

Idade: 74 anos

A família de PEDRO AGOSTINETI PRETO chegou ao norte do Paraná para trabalhar na lavoura em Apucarana em meados de 1939, ano do seu nascimento. O envolvimento com a militância política começou bem antes de 1964, já seguindo a orientação ideológica do PCB, dentro da opção de lutar de forma pacífica.

“Eu não acreditava que o comunismo era a solução para todos os problemas. Eu lutava pela liberdade de expressão e pela democracia”, afirma Pedro Preto, que mesmo militando clandestinamente no PCB, também pertencia ao MDB, a única alternativa de uma militância legal, aberta. Como tesoureiro da legenda em Apucarana, ganhou visibilidade e passou a ser vigiado pela repressão.

 Até que em outubro de 1975, Pedro Preto foi preso em casa, de madrugada, na frente dos filhos pequenos. Algemado e com os olhos vendados, ele foi sequestrado pelos agentes que executavam a operação Marumbi e levado para Curitiba para um local clandestino de tortura sem que ninguém soubesse do seu paradeiro.

 “Foram sete meses e um dia de cadeia, em que perdi dinheiro, e minha família passou muitas necessidades”, recorda. Apesar da tortura psicológica, Pedro Preto continuou a participar da política após a absolvição do processo. Somou fileiras com o grupo que formou o PSDB, sendo eleito vereador em Apucarana em 2000. “O que se pode fazer numa câmara em que apenas dois fazem oposição? Nada!”, lamenta.

Hoje, Pedro Preto acompanha de perto o mandato do filho, Beto Preto, eleito prefeito de Apucarana pelo PT em 2012. Beto tinha sete anos quando o pai foi preso em casa, de madrugada, pela operação Marumbi.

 

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