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Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná

Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná


Nome: Lídia Lucaski

Profissão: Ambientalista

Idade: 69 anos

Nascida em Araucária, estudou em um colégio de freiras e depois na rede pública, na escola Júlia Wanderley. LÍDIA LUCASKI recorda que desde pequena seu pai e avô discutiam política, tanto nacional quanto internacional, destacando-se os acontecimentos na Polônia. À medida que ela ia se interessando por teatro, foi conhecendo os universitários que promoviam as peças como parte de um projeto de luta maior, ainda no começo dos anos 1960.

O golpe foi percebido em sua casa como um rompimento do governo, algo de grande gravidade. Mas, “o pior mesmo foi em 1968 com o advento do AI-5 [...] Aí agente já tinha consciência da gravidade desse regime de exceção no qual vivíamos”. Lídia residia na CEUC e participava das reuniões, debates e das apresentações teatrais realizadas no DCE, bem como de manifestações, comícios relâmpagos e pichações. Chegou a ser levada várias vezes à DOPS, prestar depoimento.

“Acho que eu era de confiança de vários núcleos, de várias organizações, então me designavam diferentes tarefas”. Lembra que frequentava a biblioteca do PCB e de como foi obrigada a deixar a timidez para entrar nas salas anunciando que o “China” (Issamu Itu) havia sido preso. Recorda-se dos momentos de tensão vividos quando era designada para tirar perseguidos políticos de Curitiba, levando-os para fora da cidade com veículos pessoais ou da UPE. “Cumpria a função de motorista, pois poucos estudantes tinham carteira”.

Com o endurecimento do regime, sabendo que seria presa, foi levada para o Rio de Janeiro de onde, a partir de contatos com membros do PCB, da igreja e com Branca Moreira Alves, foi conduzida na clandestinidade para o Uruguai. Lá passou pouco tempo, mudando-se para o Chile, depois Bolívia e Peru. Retorna ao Brasil em 1973, após sua absolvição no processo que estava indiciada.

 

 

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