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Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná

Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná


Nome: José Aparecido Sforni

Profissão: Economista

Idade: 65 anos

O estudante de Economia na Universidade Estadual de Maringá (UEM), entre 1967 e 70, JOSÉ APARECIDO SFORNI participava de um núcleo de estudos sobre a realidade brasileira junto com Laércio Souto Maior, Ramires Moacyr Pozza e Antonio Calegari. “Naquela época, na Economia da UEM havia apenas três pessoas de esquerda: eu, Ruth Ribeiro de Lima e Deisi Deffune”, relembra.

Sforni se lembra claramente do longínquo dia em que ele foi voto vencido na discussão em que seu grupo decidiu ingressar nas fileiras do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário, o PCBR. “Várias organizações clandestinas nos procuravam. Optar pelo PCBR foi um grave erro já que muitos do grupo original não defendiam a luta armada”, afirma.

Com a ofensiva da repressão no aniquilamento das organizações clandestinas em 1970, os integrantes do PCBR de Maringá foram presos e levados para o Quartel do Exército de Apucarana. “Na minha leva, fomos eu, Ramires, Laércio e Licínio Lima. Eu fiquei 30 dias e não fui torturado”, recorda Sforni.

Apesar da prisão, o grupo depois de absolvido continuou articulado, mas sem pertencer a nenhuma organização. “Até que o pessoal do Partido Comunista Brasileiro, representados por Ildeu Manso Vieira e Nilton Cândido nos procuraram para ajudar na reorganização do PCB na região”. Sforni lembra que pouco tempo depois desse encontro, em meados de 1975, muitos dos que estiveram naquela reunião foram presos pela Operação Marumbi, que desmantelou o PCB no Paraná.

Em seu depoimento, Sforni conta ainda porque ele, Laércio e Ramires não entraram com pedido de indenização, apesar da vigilância, perseguições e prisões a que foram submetidos pelo regime militar.

 

 

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