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Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná

Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná


Nome: Dorival Rodrigues

Profissão: Médico Veterinário

Idade: 60 anos

Ao chegar à Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 1976 para cursar Medicina Veterinária, DORIVAL RODRIGUES, filho de cafeicultores, encontrou um grupo de jovens universitários ligados ao DCE que tinham um grande trunfo nas mãos: o jornal Poeira. Imediatamente, Dorival engajou-se no movimento de resistência à ditadura, contra ao acordo MEC-Usaid e o Decreto 477 e pelas liberdades democráticas. “Meu envolvimento foi tamanho com o jornal que passei a ser chamado de ‘Poerinha’. Eu fazia de tudo, ajudava na produção das matérias, varava a noite imprimindo o jornal e depois ia distribuir nas salas, minha tarefa preferida”, recorda.

Pra ele, o Poeira era uma trincheira da resistência, “uma arma poderosa para divulgar tudo que era importante para o país”. Em edições especiais, como de protestos dos estudantes, passeatas pelo centro da cidade e até a que tratava da Anistia, o número de exemplares chegava a dez mil, sendo distribuídos inclusive em outras universidades.

Em seu depoimento, Dorival fala com saudade dos tempos em que ao lado de Marcelo Oikawa, Roldão Arruda, Tadeu Felismino, Roberto de Souza, “todos grandes militantes e jornalistas”, viveu os grandes momentos de sua vida, da UEL e do país. A primeira greve dos estudantes, a passeata até a concha acústica, a invasão do DCE e o roubo da máquina de impressão do jornal foram eventos emblemáticos. “Sabemos que ainda há muitos resquícios da ditadura e que há muito a se fazer”.

 

 

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