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Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná

Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná


Nome: Adélia Lopes Salamene

Profissão: Jornalista

Idade: 63 anos

ADÉLIA LOPES SALAMENE nasceu em 1950, na “boca do Pantanal” sul-mato-grossense. De Campo Grande testemunhou o golpe militar, com um tanque estacionado defronte de sua casa. Lembra que chegou em Curitiba no dia do AI-5 e, tendo alguns conhecidos no Movimento Estudantil, acompanhou o julgamento dos jovens detidos na Chácara do Alemão, indo visitar os condenados no presídio do Ahú. Sua turma de jornalismo, no ato de formatura no início dos anos 1970, como sinal de protesto, recusou-se a fazer solenidade de entrega dos diplomas, indo busca-los na sala do reitor e, ao final, disseram timidamente “viva a liberdade de imprensa”.

Anos mais tarde, envolveu-se com a Associação Nacional de Apoio ao Índio, por meio da qual participou das lutas dos indígenas por suas terras no Paraná, e integrou o Comitê Brasileiro pela Anistia em seu processo de fundação, auxiliando na condição de jornalista, inclusive chegou a publicar um jornal do grupo.

Adélia lembra ainda das atuações teatrais do grupo “XPTO”, das prisões da Escola Oficina, onde estudava seu filho, das campanhas políticas nas quais se envolveu auxiliando candidatos do MDB, de sua casa que servira de aparelho e biblioteca para grupos que nem sabia quem eram, e de algumas reportagens ousadas que fez, como os presos políticos de 1975, os militares contrários à Ditadura e a tortura de presos comuns.

Interpelada sobre sua fonte de inspiração, confessou que “era idealista, muito romântica” e “é o idealismo que te permite ser corajosa”. Ela homenageia com seu depoimento tantos outros brasileiros e brasileiras que tiveram uma atuação modesta ou ficaram nos bastidores na expectativa da redemocratização.  

 

 

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