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Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná

Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná


Nome: Luiz Carlos da Rocha

Profissão: Advogado

Idade: 54 anos

Filho do renomado militante do PCB, Expedito Rocha – que foi de Pernambuco para o Paraná nos anos 1950 já filiado ao partidão -, LUIZ CARLOS DA ROCHA, ou “Rochinha”, nasceu em 1959, tornando-se presidente do sindicato das indústrias químicas e suplente de vereador pelo PTB, já com o retorno do multipartidarismo.

Se a atuação de Rochinha se restringiu aos anos finais da ditadura, suas memórias são fonte valiosíssima de informação sobre a vida e a militância de seu pai. Lembra dos tempos da infância quando Expedito alertava para os perigos que a democracia brasileira sofria e que, em decorrência do golpe, fugiram de Curitiba, assim que souberam do ocorrido. Em Itaúna do Sul, onde já morava seu tio, reorganizam suas vidas, e seu pai entrou na clandestinidade, assumindo a identidade de Tibúrcio Melo.

Então, o velho Rocha continuou a atuar no PCB, dirigindo-o e o organizando Brasil afora. Simultaneamente à operação Marumbi no Paraná, Expedito foi preso quando administrava uma fazenda do partidão no Mato Grosso do Sul, ficando detido por cerca de quatro meses, período que lhe acarretou diferentes problemas de saúde. Um amigo da ARENA teria conseguido tirá-lo da prisão. De vontade inquebrantável, assumiu a identidade de Tadeu França e voltou a militar no PCB.

Já seu filho, Rochinha, atuou no período final da ditadura, participando do movimento estudantil em Paranavaí no término dos anos 1970 e, em Curitiba, no ME, no CBA - CURITIBA, MDB, PMDB e PCB. Teve como atribuição trabalhar para consolidar a frente de oposição à ditadura e organizar células do partidão no interior do estado, sendo conforme suas memórias um partido de quadros e não de massa. Rochinha permaneceu por vários anos filiado ao PCB, mesmo quando parte de seus membros optaram por alterar a sigla, fundando o PPS.  

 

 

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