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Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná

Depoimento para a História - A resistência à ditadura militar no Paraná


Nome: Maria Aparecida Arruda

Profissão: Professora

Idade: 70 anos

Conhecida como Cidinha Arruda, MARIA APARECIDA PIMENTEL ARRUDA começou a militância política na oposição à direção da Associação dos Professores do Paraná (APP 4ª Região), na regional de Maringá. Após ser convidada pela professora Neusa Leitão para participar da chapa de oposição e ser oradora de uma assembleia de professores em 1979, Cidinha passou a visitar as trinta e seis escolas de Maringá promovendo discussões sobre as propostas da chapa, que acabou sendo vitoriosa com Neusa eleita presidente.

O trabalho na base fez com que o nome de Cidinha fosse indicado para a presidência, quando Neusa Leitão deixou a direção por problemas de saúde. “Eu assumi e fui acusada de ser presidente biônica, o que me rendeu uma perseguição dos dirigentes das demais APPs que chegaram a me expulsar da entidade”.

Em setembro de 1981, os professores do Paraná fazem uma greve que durou vinte dias e teve adesão total em Maringá, onde todos estavam mobilizados e tivemos grandes conquistas. Os professores ficaram dias acampados em frente ao Palácio Iguaçu, na capital, e foram retirados com truculência pela polícia. “Havia um grande descontentamento com a ditadura e com a atuação da APP em defesa dos interesses dos professores”, afirma. Quando neste mesmo ano foi deflagrada uma nova greve no Estado, que durou vinte e sete dias, ela mantinha os professores de Maringá mobilizados contra o governo que não cumpriu a pauta de reivindicações da categoria.

Em 1988, Cidinha esteve, mais uma vez, entre os professores que em 30 de agosto foram recebidos pela PM e pela cavalaria do governo Álvaro Dias em frente ao Palácio Iguaçu. Em seu depoimento, Cidinha narra a luta dos professores para avançar nas conquistas para a categoria, no fortalecimento da entidade e na resistência e combate à ditadura.


 

 

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